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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Francisco Canindé Queiroz e Silva

Natural de Pau dos Ferros, nascido a 14 de abril de 1942, filho do natalense José Luiz da Silva, guarda da Sucam e da professora pauferrense Raimunda Florêncio de Queiroz e Silva.
Canindé começou a ler em sua terra natal. Sua primeira professora foi dona Inalda Cabral Rocha filha de Pedro Alves Cabral e Antônia Néri Cabral.
Ainda criança transferiu-se para Mossoró. Na segunda maior cidade do Rio Grande do Norte, estudou o ginásio na Escola Normal, no Colégio Diocesano Santa Luzia, e o 2º Grau, atual ensino médio, concluiu em Natal, no Atheneu.
Durante as férias, no entanto, o estudante Canindé Queiroz voltava à terra de origem, Pau dos Ferros.
Quando se mudou para Natal, Canindé recebeu bastante apoio do irmão mais velho, Assis Queiroz, sob todos os aspectos. À época, Assis residia no Rio de Janeiro e já estava bem situado financeiramente.
Em Natal, os irmãos receberam apoio das tias Francisca Queiroz e de Cícera Queiroz, além do apoio do tio, deputado federal Antônio Florêncio de Queiroz (21/03/1926 – 11/04/1991), filho de João Florêncio de Queiroz e Francisca Alzira do Rego, irmão de sua mãe.
Canindé foi presidente da Casa do Estudante de Natal, numa época muito difícil. O país vivia os tempos da ditadura. Sempre gostou de política estudantil. Nessa época fez bons contatos com políticos, como, por exemplo, os ex-governadores Dinarte Mariz, Tarcísio Maia e Aluízio Alves.
Seu segundo casamento foi com a advogada e procuradora de justiça, Maria Emília Lopes Pereira. Tiveram quatro filhos: Isadora Pereira Queiroz e Silva, Tito Lívio Pereira Queiroz e Jules Michelet Pereira Queiroz e Silva.
Em 15 de novembro de 1972, Canindé Queiroz foi eleito vice-prefeito de Mossoró, na chapa encabeçada pelo saudoso Jerônimo Dix-huit Rosado Maia (21/5/1912 – 26/10/1996).
Foi presidente da Fundação Universidade Regional do Rio Grande do Norte (FURRN). Construtor do Campus Central da Uern e do Campus de Assu, Canindé Queiroz exerceu, com brilhantismo, a cátedra universitária, honrando a academia.
Em 30 de abril de 1977, ele fundou, na cidade de Mossoró, o jornal GAZETA DO OESTE, principal jornal do interior do Rio Grande do Norte. Tomou posse em 26 de maio de 1989 como membro da Academia Mossoroense de Letras, Cadeira nº 32, que tem como patrono Manoel de Almeida Barreto.
FONTE - GAZETA DO OESTE

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É PRECISO SABER USAR DA LIBERDADE. COM ELA CENSURAMOS OU APLAUDIMOS O QUE DEVE SER CENSURADO E O QUE DEVE SER APLAUDIDO. MAS NÃO PODEMOS ABUSAR DESSE PRIVILÉGIO PARA ASSUMIR ATITUDE QUE NÃO CONDIZEM COM A CIVILIDADE OU COM A DECÊNCIA. VERIFICAMOS QUE A IMENSA MAIORIA DOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO PERTENCEM A GRUPOS POLÍTICOS, DAÍ AS "INFORMAÇÕES" NA MAIORIA, NÃO POLÍTICAS E SIM, POLITIQUEIRAS, OU SEJA, UM GRUPO QUERENDO DERROTAR O OUTRO. É UMA VERGONHA! QUEM ESTÁ NA SITUAÇÃO, O POLÍTICO PODE SER O PIOR DO MUNDO, MAS PARA EMPREGADO ELE É O DEUS DA TERRA; NO LADO DA OPOSIÇÃO, O RADIALISTA OU JORNALISTA PASSA PARA A POPULAÇÃO QUE O GOVERNO NÃO FAZ NADA, PORÉM, NO INSTANTE QUE O PODER EXECUTIVO PASSA A INVESTIR NO TAL MEIO DE COMUNICAÇÃO, ATRAVÉS DE PROPOGANDA OU DAR UM CARGO COMISSIONADO AO DONO, AÍ, LOGO JORNAL, A EMISSORA E A TELEVISÃO MUDA O DISCURSO. DAÍ, COMO FICA O COMUNICADOR QUE ANTES FALAVA MAL DE TAL POLÍTICO, TER QUE PASSAR A ELOGIÁ-LO!!!